O Diário de Anne Frank tornou-se numa obra de memória fundamental. A mostra realizada no Unibes Cultural, é um espaço de visitação pública para imersão, retratando a memória vividos no de uma adolescente alemã de origem judaica, vítima do Holocausto. O Diário de Anne Frank é um livro escrito por Anne Frank entre 12 de junho de 1942 e 1.º de agosto de 1944 durante a Segunda Guerra Mundial. É conhecido por narrar momentos vivenciados por Anne, seus pais, sua irmã e outros judeus, confinados em um esconderijo no escritório de Otto Frank (pai de Anne), conhecido como Anexo secreto junto ao escritório de Otto H. Frank (pai de Anne), no período da ocupação nazista na Holanda. Eles permaneceram escondidos por dois anos e um mês, enfrentaram o medo, a fome, o tédio e a terrível realidade do confinamento, além da ameaça constante até serem descobertos e deportados para campos de concentração nazistas. Apenas Otto Frank sobreviveu à guerra e o diário foi encontrado e entregue para o seu pai, após a morte de Anne Frank no campo de concentração Bergen-Belsen em março de 1945, quando tinha 15 anos. Em 1947, Otto Frank decidiu cumprir o desejo da filha e publicou o diário. Os direitos autorais da obra pertencem à Anne Frank Fonds), fundada por Otto Frank em 1963, na Basileia, Suíça. Suas anotações para sobreviver, se tornaram mundialmente famosa com a publicação póstuma de seu diário, ainda hoje emociona leitores no mundo inteiro, foi publicado em mais de 40 países e traduzido em mais de 70 idiomas, e vendeu mais de 35 milhões de cópias em todo o mundo, sendo 16 milhões só no Brasil.
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