A sua vida musical, começou precocemente
aprendendo a tocar violão com 6 anos de idade, incentivado pelo seu pai. Desde
cedo, passou a dedicar seus estudos de forma autodidata, com instrumentos de
cordas e logo depois começou a tocar cavaquinho, passando para o bandolim aos
11 anos. Sua preferência musical, está no Choro, Samba, Bossa Nova, entre
outras obras clássicas e populares. Foi considerado um dos novos talentos da
música instrumental brasileira, e teve a convivência com os grandes
"mestres", com 13 anos estava tocando no conjunto, que acompanhava o
flautista Altamiro Carrilho, Nelson Cavaquinho, Noite
Ilustrada, Ataulfo Alves Júnior, Moreira da Silva, Zé
Keti, Demônios da Garoa, Emilinha Borba, Toquinho, Isaurinha Garcia e
com outros grandes nomes da música brasileira. Em 1993, gravou seu
primeiro CD, com composições próprias e obras de outros autores. Dentre seus
trabalhos gravados, destaca-se o álbum Aleh Ferreira Ao Vivo, realizado
pelo projeto Instrumental SESC Paulista. Além de tocar os clássicos,
também renovou o choro paulista. Com participação em muitos festivais nacionais
e internacionais, atualmente Aleh, segue uma carreira mais especializada, em
composições de músicas eruditas. Suas obras, têm sido tocadas em vários países
do mundo, como Espanha, Ucrânia, Colômbia, Brasil e Venezuela. Escreveu ainda
concertos para orquestra de cordas sinfônica e a pedido da Orquestra Sinfônica
de Moscou, compôs dois concertos para flauta e clarinete. Em 2008, recebeu
das mãos de Elena Bitencourt o bandolim de seu pai, Jacob do Bandolim,
para uma homenagem ao mestre, no show realizado em São Carlos, no Festival
Chorando Sem Parar.
Vejam mais fotos...
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