domingo, 15 de outubro de 2023

Entrevista com Aleh Ferreira

A sua vida musical, começou precocemente aprendendo a tocar violão com 6 anos de idade, incentivado pelo seu pai. Desde cedo, passou a dedicar seus estudos de forma autodidata, com instrumentos de cordas e logo depois começou a tocar cavaquinho, passando para o bandolim aos 11 anos. Sua preferência musical, está no Choro, Samba, Bossa Nova, entre outras obras clássicas e populares. Foi considerado um dos novos talentos da música instrumental brasileira, e teve a convivência com os grandes "mestres", com 13 anos estava tocando no conjunto, que acompanhava o flautista Altamiro Carrilho, Nelson Cavaquinho, Noite Ilustrada, Ataulfo Alves Júnior, Moreira da Silva, Zé Keti, Demônios da Garoa, Emilinha Borba, Toquinho, Isaurinha Garcia e com outros grandes nomes da música brasileira. Em 1993, gravou seu primeiro CD, com composições próprias e obras de outros autores. Dentre seus trabalhos gravados, destaca-se o álbum Aleh Ferreira Ao Vivo, realizado pelo projeto Instrumental SESC Paulista. Além de tocar os clássicos, também renovou o choro paulista. Com participação em muitos festivais nacionais e internacionais, atualmente Aleh, segue uma carreira mais especializada, em composições de músicas eruditas. Suas obras, têm sido tocadas em vários países do mundo, como Espanha, Ucrânia, Colômbia, Brasil e Venezuela. Escreveu ainda concertos para orquestra de cordas sinfônica e a pedido da Orquestra Sinfônica de Moscou, compôs dois concertos para flauta e clarinete. Em 2008, recebeu das mãos de Elena Bitencourt o bandolim de seu pai, Jacob do Bandolim, para uma homenagem ao mestre, no show realizado em São Carlos, no Festival Chorando Sem Parar.

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