Instalado em uma típica casa do início do século XX, o museu foi inaugurado em 1981, pelo eterno Armando Puglisi. Muitos itens expostos, foram doados para preservar a memória do Bixiga e o passado dos imigrantes italianos da região. Contando com a ajuda do fotógrafo Paulo Santiago, ele juntou as histórias anônimas dos moradores, recortes de jornais, cadeira de dentista da década de 1920, fotos da época, bicicletas, máquinas de fazer macarrão e garrafas onde eram entregues o leite de porta em porta, capacetes e armas da Revolução de 1932, sapatos de Carmen Miranda e até uniformes da escola de samba Vai-Vai, entre outros objetos pessoais, que fazem parte do acervo histórico. Armandinho ficou conhecido nacionalmente em 1987, ano em que organizou a fabricação do então maior bolo do mundo, sendo 300 metros de comprimento e dois de largura, feito para comemorar o aniversário de São Paulo. Com o falecimento de seu principal idealizador em 1994 (Armando morreu devido a um câncer no pâncreas), o museu passou por dificuldades financeiras e acabou tendo que fechar as portas entre 2005 a 2010. No ano de 2016, foi reaberto por uma mobilização dos moradores, e uma nova diretoria assumida por Diego Rodrigues Vieira, busca transformar o espaço, em um ponto de referência de polo cultural e social, na divulgação da comunidade do Bixiga.
MUSEU MEMÓRIA DO BIXIGA
https://www.museumemoriadobixiga.com/
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