terça-feira, 10 de janeiro de 2023

Exposição Mayas - Revelação de Um Tempo Sem Fim


Esta exposição reuniu pela primeira vez no Brasil, cerca de 380 objetos da cultura maia, provenientes de diversos museus mexicanos. O reconhecimento da riqueza cultural deste povo pré-colombiano, começou a se espalhar pelo mundo a partir do século XIX. Nas últimas décadas do século passado, quando seu sistema de escrita foi completamente decifrado, a cultura maia despertou definitivamente múltiplos interesses, em diversos segmentos da sociedade. É um testemunho da história de uma das civilizações pré-colombianas mais desenvolvidas e impressiona pela abrangência e pelos detalhes das obras. Nada do que está ali foi produzido pensando em valores artísticos. Os prisioneiros esculpidos em pedra tinham o objetivo de exibir a força do governante que venceu a batalha. Objetos de jade, belíssimos, eram postos junto aos mortos para servir como moeda de troca na próxima vida. Para entender o significado dos desenhos, é preciso abrir mão do olhar literal e procurar pelos símbolos. O Disco de Chichén Itzá (900-1250 d.C.), por exemplo, traz uma serpente emplumada, um animal poderoso que combina a fertilidade da terra, com a capacidade de voo das aves. A exposição também apresenta alguns textos — a escrita maia foi desvendada há apenas duas décadas — com relatos de 400 milhões de anos atrás, quando o mundo teria se formado, e outros com datas futuras, o que colaborou para a mística em torno do calendário do povo maia. Esta exposição reuniu pela primeira vez no Brasil, cerca de 380 objetos da cultura maia, provenientes de diversos museus mexicanos. O reconhecimento da riqueza cultural deste povo pré-colombiano, começou a se espalhar pelo mundo a partir do século XIX. Nas últimas décadas do século passado, quando seu sistema de escrita foi completamente decifrado, a cultura maia despertou definitivamente múltiplos interesses, em diversos segmentos da sociedade. É um testemunho da história de uma das civilizações pré-colombianas mais desenvolvidas e impressiona pela abrangência e pelos detalhes das obras. Nada do que está ali foi produzido pensando em valores artísticos. Os prisioneiros esculpidos em pedra tinham o objetivo de exibir a força do governante que venceu a batalha. Objetos de jade, belíssimos, eram postos junto aos mortos para servir como moeda de troca na próxima vida. Para entender o significado dos desenhos, é preciso abrir mão do olhar literal e procurar pelos símbolos. O Disco de Chichén Itzá (900-1250 d.C.), por exemplo, traz uma serpente emplumada, um animal poderoso que combina a fertilidade da terra, com a capacidade de voo das aves. A exposição também apresenta alguns textos — a escrita maia foi desvendada há apenas duas décadas — com relatos de 400 milhões de anos atrás, quando o mundo teria se formado, e outros com datas futuras, o que colaborou para a mística em torno do calendário do povo maia.

Museu da Cidade – OCA
De 10 de junho e 24 de agosto de 2016
Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n – Portão 3
Parque Ibirapuera / São Paulo – SP
De terça a domingo das 9 horas às 17 horas
Entrada Franca


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